Publicado em 10/31/2018 11:00:06 CET

MADRID, 31 de outubro (EUROPA PRESS) –

A Sociedade Espanhola de Medicina Estética (SEME) apelou a essas pessoas que um tratamento estético seja realizado para que eles solicitem o rótulo de identificação do produto ou medicamento que foi aplicado a eles, como preenchimento, toxina ou fios.

A SEME enfatizou que o rótulo em questão também indica a data da conclusão do tratamento e do nome do médico que o aplicou, e lembrou que qualquer produto dessas características deve ser autorizado pela Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos de Saúde.

O objetivo é que o paciente saiba quais tratamentos recebeu e pode fornecer as informações para qualquer outro médico, seja qual for a área.

Isto foi destacado pelo presidente da SEME, que indicou "a importância do paciente em todos os momentos se preocupar ou para saber as implicações de seus tratamentos e as condições nas quais eles devem ser aplicados "para aumentar o grau de satisfação e otimizar os resultados.

Por outro lado, a SEME também lembrou que os pacientes têm que se certificar que procuram clínicas médicas-estéticas autorizadas pelo Ministério da Saúde de sua comunidade autônoma e asseguram que são atendidas por um médico licenciado e, de preferência, com formação específica em medicina estética.

A SEME estima que quase 58 Por cento dos tratamentos desta classe são realizados por pessoas sem qualificação. Esta prática é tipificada como crime e pode representar um sério risco para a saúde desses pacientes.

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