A chamada empatia social é a capacidade de compreender as pessoas ao perceber ou vivenciar as suas situações ou experiências de vida. Os psicólogos relacionam isso à inteligência social, que é necessária para se comportar de forma construtiva, mas também conflituosa. Mas pesquisadores afirmam que quando esse tipo de inteligência tem forte conteúdo empático, reduz a agressividade e ajuda na resolução pacífica de conflitos. No mundo de hoje, a empatia não é apenas desejável, mas necessária.

Principais pilares da empatia

A empatia social é baseada na empatia interpessoal que nos permite entender o que outra pessoa é sentimento e pensamento.

Empatia:

  • Ela nos conecta socialmente como seres humanos.
  • É uma prioridade em nossa sobrevivência como espécie, pois sem ela não poderíamos compreender as atitudes dos outros.
  • Promove relacionamentos. saudável e construtivo.
  • É a base para comportamentos pró-sociais que desenvolvem a moralidade.

Falta de empatia:

  • Incita o bullying.
  • Encoraja o crime.
  • Gera parentalidade abusiva.
  • Promove ofensas, especialmente sexuais.
  • Deriva do narcisismo.

A ausência de empatia em grupos sociais maiores em regiões maiores, ou em contextos mais amplos, pode levar a :

  • Rac ismo
  • Preconceito
  • Desconfiança
  • Confronto cultural

Você tem o poder de melhorar seu ambiente

Colocar-se no lugar do outro não é algo fácil de fazer e em ocasiões, sentimentos mistos aparecem e empatia é confundida com compreensão ou respeito. Por exemplo, você pode entender uma pessoa que usa os pés para escrever, mas não pode se colocar no lugar dela, já que não precisa.

A empatia real deve ser baseada no respeito por a diferença . Provavelmente, a empatia social é bastante difícil de alcançar porque somos, de certa forma, "programados" para ativar nossos mecanismos de alerta e defesa, diante de qualquer diferença, por menor que seja.

As mudanças necessárias [19659005] O ser humano é flexível à adaptação, mas, ao mesmo tempo, frágil diante das mudanças. Se num determinado dia chegar ao trabalho e descobrir que o seu companheiro mudou, com certeza ficará alerta, mas à medida que o conhecer e ver como ele trabalha e quais são as suas habilidades, irá aceitá-lo, respeitará a sua forma de seja, e assim você também será respeitado.

O que acontece é o que se chama de adaptação e aos poucos uma certa empatia é gerada no vínculo que se cria. No entanto, pode acontecer que o seu novo parceiro seja portador de deficiência e, automaticamente, surjam todos os preconceitos sociais que se arraigaram na sociedade desde tempos imemoriais e que não poderá impedir que eles apareçam.

É preciso compreender isso o que é diferente promove mecanismos de alerta, e o que se deve tentar fazer conscientemente, em situações semelhantes, é minimizá-lo. Deixe sua opinião sobre este assunto. Você acha que nós, humanos, precisamos ser mais empáticos? Em que aspectos?

Compartilhe este artigo e pergunte a seus amigos. Comece um debate construtivo: mais empatia criará um mundo melhor.

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